LGPD costuma ser tratada como “burocracia jurídica”. Na operação real, ela e um problema de engenharia de processo: onde os dados estão, quem acessa, por quanto tempo e com qual finalidade.
O padrão que cria risco sem perceber
- CPF e comprovantes enviados por WhatsApp e baixados no computador pessoal.
- Planilha com dados sensiveis para “controlar status”.
- Prints como unica prova de aprovação/negociação.
- Reenvio de documentos a cada troca de corretor.
- Sem prazo de descarte e sem critério de acesso.
Por que operação integrada melhora (mesmo sem “falar LGPD”)
Quando você centraliza dados no workflow, reduz copias. Isso não substitui politica e termos, mas diminui a superficie de vazamento:
- Upload em local unico e rastreavel.
- Acesso por perfil (quem ve o que).
- Trilha de auditoria (quem acessou/alterou).
- Menos “repasse por fora” e menos reenviar.
- Possibilidade de rotina de descarte por contrato encerrado.
O papel do Imobi Contract AI
Ele é melhor para quem quer sair do modelo “dados em qualquer lugar” e operar com fonte de verdade. O cuidado e não confundir ferramenta com conformidade: você ainda precisa definir politica de acesso, prazo de retenção e treinamento mínimo.
Teste simples (em 30 minutos)
- Liste todos os lugares onde entra CPF hoje.
- Marque quantos deles são “pessoais” (notebook, Drive, WhatsApp).
- Defina um caminho unico para documentos e bloqueie o resto.
Se você reduzir 3 lugares para 1, o risco cai de forma prática, sem discurso.